Último Capítulo. Feminismo
No ano 1949, Simone de Beauvoir, publica "O Segundo sexo".

As mulleres tinham acadado em Europa-de Espanha nem falar- a igualdade legal, mas nao a social e individual.
Por outra banda, a estadounidense Betty Friedan funda a NOW : National Organitation for Women, que reivindica reformas para a inclusao da mulher no mercado laboral e em postos públicos.

Nos anos Sessenta, aparez o Feminismo Radical:
*Movemento de libertaçao da mulher
*Divissao entre "feministas" e "políticas"
*Forte opossiçao anti-sistema.
Maio do 68 fui um revulsivo e, ao tempo um cataliçador de movementos de libertaçao feminina.

Na actualidade, a situaçao da mulher, é, em certo modo, "O Problema que nao tem nome"
Porque as leis mudarom, e mudam, mas as mentalidades e o dia a dia das mulheres, ainda arrastram aqueles prejuiços e aquelas inseguridades fronte ao feminino que introduziram os invasores indoeuropeios e as religioes semíticas.
Até quando?
Persoalmente, penso que as mulheres de cinquenta anos para acá, fixemos a revoluçao silenciosa mais grande da história de Europa, partindo de nós mesmas, fazendo-nos donas da nossa liberdade sexual, económica e intelectual.
Mas ainda ficam muitas a sofrer e a luitar por sairem da escravitude.

E melhorar a sociedade:

chúzame -