Mulheres galegas. Sempre avante

A Sociedade espanhola do século XIX, com escaso desenvolvemento industrial, padecia umha forte jerarquiçaçáo de género, amais dumha forte influência e poder da Igreja.
A prática política ficava limitada a umha minoria social, dado que o sufrágio nao era universal, mas censitário, com o qual só votavam os mais relevantes social e económicamente. A cada passo, havia pronunciamentos do ejército, e a adulteraçao das eleiçoes era prática comúm.
Como podedes ver, umha sociedade da que vimos e que pode explicar muitas cousas ainda no presente:
"Desses pousos, vem estas borras"-
As primeiras feministas, exigem:
Reconecemento de seu rol social e
Dereitos Civís.
As figuras mais importantes na defensa dos dereitos das mulheres na época, foram duas mulheres galegas:
Emília Pardo Bazán

Concepción Arenal.

Cada umha luitou em frentes diferentes polos dereitos das mulheres na Espanha escurantista do século XIX.
Convido-vos a aprofundar nas suas biografias e atitudes. Erao duas mulheres inteligentes e valerosas.
No eido da educaçao , xordem avances como a
"Institución Libre de Enseñanza" e o
"Krausismo".
Mas essas erao correntes minoritárias. A Escola seguia transmitindo o papel da mulher "Anjo do fogar" e no século XIX o analfabetismo feminino era do 70%.

Flor Fina, qiue ainda que seja tabaco, também valia para a mulher, outro bem de consumo mais.
Até o 1910 nao se reconece o dereito da mulher à Educaçao Superior.
Se todas essas dificultades tem as mulheres ricas, com possiveis para estudar, que nao seria das pobres e filhas de labregos, nossas bisavoas...
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