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A página da Rifenha de Vimianço

Democrácia e cultura. -Para homens-

Filed under: mulheres — Rifenha at 2:39 pm on mércores, marzo 7, 2007

Assim é como Logos, decapita a Psique, a serpe de mil cabeças convertida em algo diabólico, que era o mito que regia as sociedades matrilineais anteriores e havia que desterrar e desacreditar.

Assim , as deusas anteriores, forom dando passo a novos cultos solares e luminosos e novos rituais .

Na sociedade cotiã, as cousas não podiam ir pior para as mulheres.

Num principio, nos mitos, elas eram as causantes das desgraças, das guerras, sempre enleadas em asuntos de ciumes, de rivalidades e de infidelidades. Mesmo as deusas, e não só as mulheres mortais.

Pola sua culpa, a guerra de Troia , os trabalhos de Heracles e quem sabe quantas cousas mais.

Paris foge com Helena Heracles luita com as amaçonas
Só se salvavam aquelas que, como Penélope, aguardavam tecendo polo seu marido.

Mas a vida cotiã das mulheres em Grécia não era muito melhor.

A sociedade grega, como todas as de origem indoeuropeia, ficava fortemente jerarquiçada e as mulheres, eram pouco menos que um zero à esquerda.

Essa sociedade inventou a Democrácia, que era a forma de governo de certas Polis, que não de tudas.

Mas essa democrácia, era só competéncia dos cidadãos e não se consideravam cidadãos os escravos, os estrangeiros e as mulheres.

Platon, na República, faz referéncia ao papel das mulheres, que se reduzia, para bem ser, ao governo da casa e dos escravos e a atenção do seu marido.

Havia outras mulheres , chamadas Hetairas, que eram prostitutas de luxo muito bem consideradas, mas sempre baixo o patrão masculino.


Luciano de Samotrácia, no seu Diálogo das cortesãs, decreve-as assim:

" Se nos presenta detallista y elegante. Es alegre con todos, sin reírse estrepitosamente como es tu costumbre, sino sonriendo de una manera encantadora; luego trata a los hombres con habilidad, sin engañar a los que la visitan o la llevan a su casa, ni ofrecerse sin ser solicitada. En los banquetes a los que asiste alquilada, se cuida de no emborracharse, pues la embriaguez pone en ridículo y hace a la mujer detestable, y de atracarse de comidas indecentemente. No habla más de lo preciso, no se burla de los asistentes, no mira sino al que le paga. Por eso la quieren todos. Cuando es preciso acostarse no se muestra ni lasciva ni indiferente y sólo procura agradar a su amante y conquistarlo".

Estas hetairas, erão as únicas mulheres que podiam asistir aos "simposia" , ou banquetes que celebravam os homens, onde se falava de cultura, política,e todos os temas de interese.

Elas nunca se entremetiam nas suas conversas, mais que quando erão requeridas.

Ameniçavam as reuniões com música, dança, recitação e também, se erão requeridas, favores sexuais.

De todas as mulheres, elas erão as únicas que tinham accesso à cultura, e houvo algumhas muito conhescidas:

Tais, que fui amante de Alejandro Magno e, quando ele morre, de Ptolomeo de Egipto.

Aspasia, amante de Pericles.

Leontion, de Epicuro.

Friné, do escultor Praxiteles, que a deixou para sempre em mármore: A"Venus de Cnido" .

Esta última salvou-se da morte por impiedade ao deixar cair o vestido e amosar sua beleça ao tribunal.

Chuzame! chúzame -

Mitologia Homérica

Filed under: mulheres — Rifenha at 1:42 pm on martes, marzo 6, 2007

A medida que estes novos povos indoeuropeus iam avançando cara as diferentes partes do território, iam fazendo-o a base de conquistas, impondo sua ideologia e seu poder.

Ainda que as diferentes famílias chegarom a todos os recunchos de Europa -hititas, mitanios, coseos,pitos,illirios, venetos, tracios, siginnos, culturas de Halstat e Las Téne, expansões a Escandinávia, Atlántico .Os Keltoi, ou celtas, formavam parte destes povos.

Mas hoje imos falar das vagas de invasores que chegam às culturas matriarcais das que vimos falando, para não nos perder por entre as pólas dumha árvore de copa tão enorme.

Pois bem, as primeiras vagas de invasores chegadas a estas regiões, são:


1600 adC Aqueos
1400 adC Eolios e Jonios
1100 adC Dorios

Os Aqueos instalam-se no Peloponeso, fundam ciudades, entre elas: Micenas Tirinto e Argos. Chamam-lhe civiliçação Micénica.

Plano da cidade de Micenas. Não faz falta explicar nada, não? Abonda com ver as muralhas.

Vaso micénico com guerreiros pictos

Outro vaso de navegantes . Lança na mão.
Os Eolios

instalarom-se principalmente no oeste de Grecia, em Epiro e Tesalia

Os Jonios no leste de Grecia, em Beocia e Atica

Os Dorios fundam Esparta e Corinto.

         
Tudos utilizan armas de ferro, os Dorios vão a devastar, conquistar cidades y saquea-las.

No ano 1000 a.C atacaron Creta e deixarom a desolação.

Estes povos, trazem suas novas mitologias.

Será Homero, o poeta que lhe dea corpo e entidade aos novos deuses.

O chefe do panteão, passa a ser masculino, Zeus, e a deusa feminina da sabedoria, Palas Atenea, nasce, curiosamente, da sua cabeça.

         

Começam a se construir cidades fortificadas com grandes muros arredor, os mitos e literatura, falam de grandes herois guerreiros- A Iliada é o compéndio destas guerras entre homens e mesmo deuses, que também guerreavam entre eles ou a través de seus herois protegidos-.

O Èthos faz-se cada vez mais forte, e a heroicidade é o ponto mais alto. Os herois são herois guerreiros. E astutos.

Atrás ficam os tempos emque os selos dos aneis reais que davam valor aos documentos, eram presididos por deusas e sacerdotisas sentadas baixo as árvores

Chuzame! chúzame -

Outras versões da vida avançam

Filed under: mulheres — Rifenha at 10:30 am on luns, marzo 5, 2007

Mas velaí que a história é um caminho, umha espiral pola que transitamos, e,às vezes, não podemos escolher.

A história, como a vida, transcorre mália a nós, ainda que não nos acaia.

Aló polas mesetas que vão desde o rio Danubio até China, no interior do continente, habita um povo de gandeiros pastores nómades que tem umha cultura totalmente diferente e tentam se expandir cara o sul, onde moram aquelas civiliçações que vimos de ver.

Estes povos nómadas, são chamados polos historiadores- os de verdade, não os de histórias para entreter, coma mim-

Povos Indoeuropeus.


Eles, tem algo que os faz mais poderosos,e que vai ser decisivo nas suas invassões: O ferro.

E outras cousas também muito importantes:

O carro com rodas e o cavalo.


Como vedes, tem muitas cousas para acadar poder sobre as civiliçações do bronze, ocupadas em navigar para fazer comércio e disfrutar da vida.

Estas tribos tem a chamada cultura indoeuropeia, comúm ainda que com muitas expressões diferentes, como umha árvore com muitas pólas .

Esta cultura, caracteriza-se por

Ser patriarcal.


Seus mitos, não são uránicos, da terra e as deusas mães, a escuridade , a lua...

São mitos któnicos:

O céu

O sol


Não é que goste dos nazis; são símbolos solares. É normal que os povos das estepas, afeitos a uns invernos rigorosos, tenham o sol como referente mitológico.
A luz

O lume

Quanto fica em nós dos nossos devanceiros!!!
O lóstrego.

Tem também um forte sentido aristocrático da vida. Fronte à comunidade, opõem a sociedade, fortemente jerarquiçada.

Tem já um forte sentido ético.-ethos para as sociedades matrilineais não existia. Só a vida e seus ritmos-.

Este ethos da lugar à separação dual da existéncia:

Bem-mal

Luz-escuridade

Virtude-maldade

Alma-corpo

Espíritu-matéria

Sociedade-comunidade...

Em Fim. Que semelha que estes já comeram da árvore do bem e do mal e foram expulsados do paraisso do inconsciente que se deixa levar polo fluir da vida.

Tinham já um ego-logos muito formado e com ele avançarám sobre a inocéncia da deusa mãe e suas culturas.

Esse logos, significa aparição da ciéncia, avances tecnológicos e evolução do pensamento científico.

O aporte que compartimos com quase todos os povos da sua área de influéncia, amais de outras cousas que veremos mais adiante, porque, a partir de agora, eles marcarám nossa história, são as línguas .

O sánscrito e todas as europeias agás as que mencionamos no capítulo do megalitismo, procedem da árvore linguística das tribos de indoeuropeios que chegarom das estepas.

Velaí a árvore.

Para os que prefirades os mapas -já sabedes que a mim as árvores, perdem-me-

Amanhã falaremos mais deles, que ainda queda muito por dizer.

Chuzame! chúzame -

Creta. Deusas, sacerdotisas e sociedade.

Filed under: mulheres — Rifenha at 3:39 pm on domingo, marzo 4, 2007

Creta é umha ilha mediterránea que tivo umha cultura esplendorosa no neolítico e na Idade do Bronze.

Umha cultura marcada polo culto à deusa mãe, e oficiado por sacerdotisas.

Como é normal nas mitologias deste periodo, esencialmente matrilineais, as covas, a lua, as serpes, as machadas bi-faces, são símbolos que abundam na sua mitologia.

Só com ver a arte cretense, aprecia-se umha sociedade que gosta de goçãr, rodear-se de cousas lindas, viver com tranquilidade, sem muros de fortificação arredor de suas cidades,disfrutando da vida e da beleça. E desenvolvendo um rico comércio marítimo com os povos de arredor.
As,temáticas do quotidiano, mundo animal (marítimo), religião (devotiva e ritual) eram as que primavam na arte e na vida .

Se vos parece, imos ir vendo umhas imagens para ilustrar estas afirmações:

sacerdotisa, com duas serpes.

Um moço, vestido elegantemente.

Sacerdotisas acróbatas praticando tauromaquia

Tres fermosas mulheres com bucles ornados de pérolas

decoração nos muros da sala de banho da rainha
Outro fragmento de decoração mural

Salão do trono
Fermoso jarro decorado cum polbo

frescos de arroazes decorando as paredes

Machada biface, símbolo e instrumento ritual

Sacerdotisa com poder sobre animais e símbolos.

Toda esta galeria de imagns, é para mostrar a esséncia da cultura cretense, como onte vos mostrei da cicádica.

Nas culturas matri-lineais, de deusas mães, não se observam instrumentos de guerra, nem sufrimento, nem culpa...

São culturas de mitos enraizados na psique, onde não há éthos, nem bom nem mau.

Só a deusa mãe, que prove de substento e rege os ritmos da vida. E avida, seja como seja, é só esso: Vida. Sem categorias morais.
Mas, em outros lugares de Europa e Àsia, havia outros povos preparando-se para avançar e levar por diante esta mentalidade.

Deles falaremos amanhã.

Chuzame! chúzame -

Sociedades matrilineais

Filed under: mulheres — Rifenha at 11:54 am on sábado, marzo 3, 2007

Não é de estranhar, sendo a mitologia primigénia de caracter feminino, que as primeiras sociedades europeias fossem sociedades matrilineais.

Poderiamos falar da época megalítica, quando migrações procedentes de África e do Indostão, trazem os grandes projectos megalíticos,as svásticas, as espirais,


e as linguas,que vão deixando seus substratos em toda a região, a saber

*Georgiano

*Euskera

*Sumerio

*Pelasgo

*Ilirio

*Cretense

*Etrusco

*Lingua de Beluchistão.

Da mesma origem, são também:

* Linguas Ugro-finesas:

-Húngaro

-Finlandês

-Volgaico

-Uraliano

-Samoyedo.

*Linguas Altaicas

*Mongol

*Lingua inuit

*Turco.

Mas seria imossível para mim seguir os rastros linguísticos, porque não tenho conhecementos, por esso imos nos centrar em duas culturas do Neolítico- Idade do Bronze,que sim deixam pegadas mais doadas de rastrejar para vos contar minhas histórias.
Como exemplos destas sociedades, citaremos as duas culturas mais conhescidas, polos restos que conservamos,que não mais importantes,-lembremos a relatividade- da prehistória europeia:

* A Cultura Cicládica

* A Cultura Cretense

A Cultura Cicládica primitiva xurdiu na ilhas Cícladas do mar Egeo,entre o 3200 e o

2000 a.c., ainda que as povoações remontam-se a 5000 anos a.c.

Suas expressões artísticas , cheias de expresividade, foram talhadas em mármore principalmente.

Suas imagens, centradas na figura humana, são esquemáticas, simplificadas, mesmo abstractas, um aspecto que bem poderia ser de arte contemporáneo de avangarda.

As mais antigas, reproduzem corpos de mulheres nuas, com os braços cruçados sobre o ventre, a miudo com seios muito avultados, que pola solemnidade, equilíbrio e harmonia de formas, suponse serem deusas da maternidade.

A religião da cultura Cicládica era a da Grand Mãe, moravam em casas de planta rectangular, com muros de pedra de lava unidos por argamassa.

Não tinham, num princípio, muros de fortificação arredor dos nucleos de povoação , o que quer dizer que viviam um periodo tranquilo, de trabalho agrícola, sem guerras.

As deusas ou sacerdotisas destas jerras, levam um pé de trigo na mão.

Mais tarde , esso mudaria, e já veremos por que.

Estas sociedades matrilineais, viviam em harmonia com a terra, a lua e suas fases-relacionadas intimamente com o ciclo da vida:

Nenez:lua nova.

Crecemento a té a madurez: lua crecente e cheia

E declive até a morte:minguante e escuridade.

Para após, re-nascer.

Também com os ciclos menstruais das mulheres e os periodos de gestação.

Também as estrelas tinham muita importáncia. Se reparades na primeira figura, representa umha mulher tocando umha lira.

A constelação de lira marcava o tempo das colheitas - na nuite do once ao doce de agosto fica no cénit, Vega, na constelação de Lira, a estrela mais brilhante que podemos ver no verão -.

A lira simboliça a madurez dos frutos agrícolas , a plenitude dos cereais e os frutos.

Como não quero cansar-vos com minhas histórias, amanhã seguiremos com outra cultura evoluida em outra ilha:

Creta.

 

 

Chuzame! chúzame -

A Deusa Mãe. Os mitos Uránicos

Filed under: mulheres — Rifenha at 10:09 pm on venres, marzo 2, 2007

Durante o longo periodo que durou a etapa da cultura da pedra e mesmo do bronze, na área europeia, os mitos conformavam-se arredor da vida e da fertilidade.

È natural, quando se depende da fertilidade dos campos, dos animais e da propria espécie para sobre-viver

Fica claro que são as mulheres as que gerão a vida em seu interior e trazem ao mundo vidas novas, não é logo de estranhar que as deusas sejam femininas emquanto possuidoras de fertilidade.

Assim, os primeiros mitos, xordem arredor da terra, onde germolam as sementes que daram as plantas, primeiro elo na cadeia da vida.

A lua, que com suas estações marca o momento das colheitas, ou das sementes, ainda hoje.

As Estrelas e constelações que, segundo o lugar que ocupam no céu, maracam também os tempos propícios, ou não ,da fertilidade da terra.

Tudos oistes falar da canícula, quando a estrela Sirius, o cão maior da constelação de Orion, ocupa um lugar vem vissível no céu. Era o tempo das inundações no delta do Nilo, para os antigos egipcios. Para nós, referente da calor do verão.

Os lugares no interior da terra, na escuridade: Covas, grutas, cavernas, símbolo da matriz fecunda da que sai a vida.

A serpe, animal que se asocia à terra .

Por certo, conhescedes a Pedra da Serpe, perto de Corme? Enriba tem um cruzeiro.


As Deusas mães, símbolo da terra fecunda e perpetuadoras da espécie.

São os primeiros mitos dos que temos notícia.

Amanhã dessenvolveremos estes mitos nas diferentes culturas.

Chuzame! chúzame -

Mitos

Filed under: mulheres — Rifenha at 12:43 pm on xoves, marzo 1, 2007

Quando os primeiros homens e mulheres começarom a ter conciência de si mesmos e do que os arrodeia, começam também e se enfrontar com a conciência das suas emoções e a perceber tudo aquelo que os arrodeia como algo diferente de si mesmos e também a se fazer perguntas sobre aqueles factos que sacodem sua existência emocional.

Estes temas que suscitam inquedanças e perguntas, são os chamados Mitologemas, e são o germolo do que mais tarde serão todas as mitologias . Incluidas as ainda vigentes.
Eis os quatro principais mitologemas a partir dos quais se dessenvolvem os mitos:

* Vida

* Amor

* Sofremento

* Morte.

A partir deles, a psique elabora e sistematiça mitos e mitologias.

Porque os mitos são fruto da psique, e a psique não posue umha linha de pensamento lógico, mas analógico. Quer dizer a travês de símbolos.
Por esso os mitos, nunca debem de ser lidos a partir do pensamento lógico, porque então ficariamos fronte a superstições e crenzas ao pé da letra; em "parvoices", em troques de nos nutrir das parábolas e histórias que conformam nosso mundo inconsciente, de sonhos, contos, filmes, histórias, bandas desenhadas, músicas, e tudo o que tem a ver com o mundo da imaginação e a criatividade.

Alguém pode pretender ver a história da Carapuchinha Vermelha baixo a luz da lógica?

Mas para a psique, é um relato cheio de símbolos, mágia, poder de convocar às emoções mais intensas.

Quando a um meninho, que tem a psique ainda menos afogada pola lógica que lhe inculcamos desde que empeça a poder ser manipulado, lhe contam o conto, arredor do lume, ou debulhando chícharos, numha tarde de invernia, ou deitado na cama, como ocorre nos filmes ianquees, ou melhor ainda, com pouca luz, que é como a psique pode acordar melhor do seu sono.


Quando a um meninho, digo, lhe contam o conto, não se asusta, porque percebe perfectamente sua linguagem simbólica. Não a razona. Sente-a . Percebe seu tremor alá dentro de si, como umha candeia que se acende no limbo do aborrecimento da lógica cotiã, como um traslumbre dum mundo mágico que dorme, agochado, no faiado das uchas e das arcas cheias de cousas misteriosas mais fermossísimas.


E guarda esse conto como um tesouro que o acompanhará durante toda a vida.

Amanhã seguiremos aprofundando nos mitos.

Chuzame! chúzame -

A Pre-história

Filed under: mulheres — Rifenha at 1:45 am on xoves, marzo 1, 2007

Não podemos saber com certeza como era a vida na prehistória, porque não temos documentos escritos, nem videos, nem CDs, nem nada agás as fermosas pinturas que nos deixarom no interior das cavernas e as esculturas das deusas da fertilidade, espalhadas por todo o continente europeu e outras fontes das que podemos beber a água do conhecemento não escrito.

As tres fontes onde bebe o conhecemento da prehistória, são:

* Os Mitos

* A Arte

* Os substratos lingüísticos

A través de eles, podemos aproximar-nos à vida dos nossos antecesores neste espaço planetário que agora se nos apresenta pequeno como umha aldeia aos civiliçados "occidentais"

O que sim podemos saber, é que a espiral do tempo, era mais aberta que agora e as mudanças tardavam muito em dar a volta à linha até ir fechando o labirinto.

 

Esta seria umha espiral do tempo ao revês. Em troques de se fecharem os círculos, abrem-se. Esso é porque representa o transcurso do tempo como umha linha que vem do passado ao presente. Assim, o passado, fica na profundidade.

Mas, tendo em conta que as m a são milhões de anos, vem sendo a mesma cousa.

 

Agora, as mudanças são tão velozes, que semelha que caemos cada vez com mais aceleração cara o ponto central.

A informação muda tão rapidamente , que não temos tempo de a assimilar. Semelha que esvaramos pola espiral sem saber onde rematará a caida e a onde iremos parar. Qual será o centro do labirinto,já que as voltas, são cada vez mais fechadas e curtas.

Mas o tempo prehistórico, discorria lento, envolto em sonhos e mitos, baixo o império de Psique que, como sabemos, é feminina, dentro do jógo da polaridade existencial.

Também o logos, masculino, comezava a apontar e a dar seus primeiros frutos tecnológicos, mas eram ainda muito lentos e, às vezes, mesmo casuais.

 

As informações que nos derom nas escolas a respeito desta época, são ao meu ver, um algo inexactas e tópicas.

Segundo o modelo, nas sociedades prehistóricas , os papeis das mulheres e dos homens ficavam separados:

Eles caçavam animais e elas recolhiam frutos e plantas comestiveis, ao tempo que tinham conta dos meninhos.

Se observamos as pinturas rupestres de muitas galerias, como por exemplo as de Tassili, em Algéria, ou as do Levante espanhol, vemos cenas de caça em família, com os homens, as mulheres e mesmo os meninhos , acosando os animais e colaborando na caça.

 

 

 

 

 

                                  

 

Como vedes, tudo é relativo e depende do que cada quem queira ensinar. Assim é como se criam opiniões, crenzas e até prejuizos, quando o que controla a informação assim o quere fazer.

Bom. Por hoje, já é tarde demais.

Já vos contei o das mulheres caçadoras.

Amanhã, seguimos.

 

Chuzame! chúzame -
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