Vimianço IV. De herois e tumbas
Quando passeio polo meu val, gosto muito de fazer um alto no Outeiro- Assim chamam-lhe as velhas e velhos da parróquia ao camposanto-.
Alí semprte hà um silenço e umha tranquilidade que permite ir, de vagarinho, percorrendo os apousentos das diferentes famílias e as histórias dos que forom e já nao sao.
Mas ainda no outeiro, hà diferências.
Há senhores e senhoritos, com capela própria e duas fiadas de furnas cheias de blasoes e lendas sobre mármore ...

E ramilhetes de amarelhes que medram sobre a terra dos mortos que nao tem nada a dizer. Porque tudo o que tinham era a vida e esta rematou.
Mas...Olhade com que elegáncia se inclina Narciso olhando a terra que guarda o heroi anónimo.
Nao há mármore comparável:
chúzame - 
