Silêncio

Hà dias em que umha não é quem de reger com a vida de cada dia.
Dias em que a música se volve ruido e o ruido é tal que não se pode aturar.
Dias em que umha só gosta de permanecer em silêncio, isolada, apartada de tudo e de tudos, ainda de si mesma e da sua própria voz.
Dias em que o mundo, semelha algo estranho, alheio e frio, cheio de ruidos e muros impossiveis de franquear, tão altos...
E umha fica cansada, presa na cadeia do cada dia, das responsabilidades, das obrigas, sem que, porém, sinta nemhumha satisfação ao desenvolver nemhumha actividade.
Dias em que gostaria de lhe abrir a porta ao silêncio, para se instalar em ele para sempre...
chúzame -