Lua
A lua, desde o alto, reflicte a sua luz branca sobre o poço profundo da lagoa. A superfîcie da água, espelha e cintila coma azougue silente e encorado.
Dous cães negros ouveam em silêncio em cada em sua beira, as suas faces ergueitas cara o ceu.
Um caranguejo vermelho xorde, ateitinhando,na procura da terra firme.
Num recanto,aló ao longe, hà umha fogueira. Dirigimos os passos para alá, encantados, ao alviscar o lume. Quando ja estamos perto,e imos nos achegar, ficamos aterrados: A pele eriçada e a gorja anoada, ampeando pola angústia.
Meia dúzia de pessoas-homens, mulheres e meninhos-, comem carne humana -pernas, miolos, e mesmo olhos tirados das suas cuncas- arredor do lume em silêncio,sem apenas se mirar...
« La nuit, le chien observe la face de la Lune comme si c’était un miroir, et le contemplant, il croit qu’il y a un autre chien et il se met à aboyer sans répit ; mais sa voix vainement se perd dans le vent tandis que Diane poursuit son voyage nocturne - impassible ».

chúzame -